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IMÓVEIS TOMBADOS E APACADOS

Autor da Foto: Raphael LimaAutor da Foto: Raphael Lima

Especialistas ressaltam a responsabilidade da prefeitura em relação à autovistoria de construções antigas, tombadas e preservadas. Os paíneis foram promovidos pela Divisão Técnica de Engenharia Econômica (DEC), com o apoio das Divisões Técnicas de Construção (DCO) e de Urbanismo e Planejamento Regional (DUR). Mediada pela conselheira Katia Farah, o evento foi aberto pelo Diretor Financeiro do Clube, Luiz Carneiro. A atividade contou com dois painéis sobre autovistoria: o primeiro deles tratou de construções inseridas em APACs, e outro abordou imóveis tombados/preservados.

Registrando a importância dos debates sobre autovistoria, o arquiteto Ronaldo Foster tratou das APACs e lembrou que boa parte dos síndicos de prédios sequer sabe da existência da Lei de Autovistoria. Em seguida, forneceu um panorama histórico sobre as convenções relacionadas ao patrimônio arquitetônico, entre elas, a Carta de Burra e a Carta de Machu Pichu. Sobre a transformação de pontos históricos, Foster deu o exemplo da cidade de Ouro Preto, onde há demanda para que o asfalto substitua as pedras do calçamento. O tombamento da cidade, realizado por Gustavo Capanema, impede que seja asfaltada.

Não existem as normas técnicas necessárias que regulamentem o procedimento de autovistoria o que vem resultando em inúmeros debates e em uma discussão séria e acalorada na Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) para que essa demanda seja atendida. Foster detalhou em slides os procedimentos adotados por ele para uma autovistoria cuidadosa de estruturas e instalações, mas deixou claro que a prefeitura transmitiu para os profissionais uma responsabilidade que era dela.

Fonte:  Clube de Engenharia do RJ

 

Prefeitura promove restauração de imóveis no Centro Histórico

Nove imóveis preservados do Centro Histórico do Rio de Janeiro ganharão uma nova cara. A Prefeitura do Rio, por meio do Instituto Rio Patrimônio da Humanidade (IRPH), vai apoiar e patrocinar a restauração dos projetos aprovados na primeira edição do Programa de Apoio à Conservação do Patrimônio Cultural (PRO APAC)
- Esses nove primeiro projetos selecionados mostram as principais características do Centro Histórico da cidade. Além de ser um local de moradia, o Centro também tem uma vocação artística e cultural. Prova disso é que seis projetos envolvem arte, cultura e a economia criativa - destaca Washington Fajardo, presidente do Instituto Rio Patrimônio da Humanidade, acrescentando que o Centro é uma das áreas da cidade com o maior número de imóveis tombados e preservados com problemas de manutenção:

Fonte:  http://www.rio.rj.gov.br/web/guest/exibeconteudo?id=4527446